segunda-feira, 31 de março de 2014

Pensamentos Profissionais Destrutivos.

O RH Bancos (www.rhbancos.com.br) trás para Você alguns dos pensamentos mais destrutivos para a sua carreira, confira; 

1. “Quem sou eu para mudar as coisas aqui nessa empresa?” 


Com uma cultura e uma estrutura muito mais fortes, não há o que fazer para resolver os problemas. Assim, sob este pensamento, o profissional se apequena por acreditar, de antemão, estar de mãos atadas. 


2. “O próximo passo só pode ser a cadeira de chefe” 


Este é um dos pensamentos mais destrutivos para quem não tem perfil de liderança. Com o objetivo de ganhar mais, a pessoa tenta ser chefe quando não tem vocação para isso. 


3. “Treinamentos são perda de tempo, eu já sei” 

A relutância em participar de treinamentos pode estar ancorada em más experiências passadas. E assim o pensamento “já sei de tudo, é perda de tempo” se cristaliza. A pessoa vai ficando desatualizada, não evolui e é substituída. 


4. “Quando eu assumir a liderança, aí sim, ninguém me segura” 


Se fosse o dono, se fosse o chefe. Quando for o dono, quando for o chefe. O impacto disso é que esse dia nunca chega. Não chega porque a pessoa é passiva, “espera sentada” e assim não cria as oportunidades. 


5. “Não sou capaz” 


Esse sentimento de menos valia, resultado da baixa autoestima atrapalha bastante. 


6. “Ninguém faz tão bem quanto eu” 


Este tipo de pensamento é um dos que mais prejudica quem assume a posição de liderança. Postura centralizadora é seu principal impacto. 


7. “Eu sou excelente, o que me falta é oportunidade” 


Quando o ritmo de evolução profissional na empresa não acompanha os colegas de trabalho, o sentimento de vítima perturba. A pessoa não acha que é valorizada e não vê sua responsabilidade dentro da situação. 


8. "Eu não merecia, por que isso aconteceu comigo?!!!” 


O problema surge e com ele o nervosismo paralisante. Ai meu Deus do céu, por que isso foi acontecer comigo? Eu não merecia!! Está armado o cenário caótico. 


9. “Eu não posso errar” 


O eterno pavor do erro. Entendê-lo como abominável deixa o profissional que falha completamente abalado. 


10. “Eu faço para ser reconhecido” 


A motivação é externa: elogio, parabéns, reconhecimento. Se o profissional faz algo esperando reconhecimento e ele não vem, fica frustrado. 

Com a competitividade em alta nas organizações, cumprir a meta, por mais arrojada que ela seja, não passa de uma “obrigação”. Por isso a motivação deve ser interna. 

segunda-feira, 3 de março de 2014

Linux Interessantes

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http://www.thegeekstuff.com/2010/12/50-unix-linux-sysadmin-tutorials/

http://www.thegeekstuff.com/2011/12/linux-performance-monitoring-tools/

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