O nutricionista do Centro de Investigação da Nestlé em Lausanne, Daniel Moore, fez experiências com homens de 24 anos, praticantes da musculação de 4 a 6 vezes na semana. Os mesmos treinaram em máquina de extensões de pernas no laboratório pela manhã, antes do que foi chamado de pequeno-almoço.
Após realizarem aquecimento com 5 séries a 60-70 da sua 1RM, estas pessoas fizeram 4 séries de 10 repetições a 80% da 1RM, que significa 1 repetição máxima. Nas 12 horas de treino, os voluntários foram divididos em 3 grupos, com 80 gramas recebidas de whey isolada.
- Resultados dos Grupos
O grupo BOLUS teve 2 porções de 40 gramas de whey, ou seja, receberam uma porção a cada 6 horas. E o grupo INT, recebeu uma porção com 20 gramas de whey a cada 3 horas, logo, consumiram 4 porções por 12 horas.
O grupo PULSE teve uma porção de 10 gramas de whey isolada a cada 1 hora e 15 minutos, ou seja, ingeriu 8 porções da proteína em 12 horas. Para voluntários que tiveram consumo mais espaçado da proteína ao longo do dia, a síntese da proteína nos músculos das pernas se apresentou mais elevada. Mas, o mesmo ocorreu com o nível de degradação da proteína.
- Considerações do Estudo
De acordo com o este estudo, o consumo da proteína a cada 3 horas é responsável pela promoção de maior anabolismo. Atletas que consumiram a porção da proteína a cada 3 horas ganharam um pouco mais da proteína muscular em comparação com atletas de outros grupos. A diferença foi sutil em relação ao ganho da massa muscular, entre os 3 grupos, no entanto, como foi um estudo pequeno, tudo indica que o resultado seria mais consistente em um número maior de voluntários.
Ainda assim, o diagnóstico inicial é que a proteína a cada 3 horas pode fazer diferença naqueles que desejam aumentar o anabolismo, ainda que em pequeno volume. Ou seja, vale fazer uma tentativa e acompanhar os resultados na prática.
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